Então, e você aí tava que nem eu se perguntando: mas cadê o menino Fuleco fuleiro, moleque do Brasil, espalhando a alegria pra criançanda? Cadê o mascote tatu-bola sorrindo e levando a felicidade para toda galera nos estádios desse país?
Pois bem, a Fifa murrinha quis dar uma merreca de 300 mil doláres para Ong não-governamental que propôs o tatu-bola como mascote. Segundo o líder da instituição, Rodrigo Costa foi "uma proposta indecorosa".
"Hoje em dia, por exemplo, não se sabe a população total desse tatu e a distribuição dela, e faltam muitos dados sobre os hábitos. Até sua criação e reprodução em cativeiro é um desafio, afinal, nenhum exemplar da caatinga foi parar em um zoológico – só o mataco, o tatu bola do cerrado, é visto em alguns zoos pelo mundo. Muita pesquisa, e muito dinheiro, é necessário para isso", diz Rodrigão.
A grana ia ser distribuída em 10 anos, o que realmente não deve dar pra muita coisa. Parece muito dinheiro para mim e para você pobres mortais, mas para Fifa não deve ser, né? O que coloca em cheque o verdadeiro engajamento com as questões ambientais e etc.
Então, o invés de xingar a Dilma que tá fácil, vamos escrever cartas para Luciano Huck AJUDA FULECO ou vamos nos juntar ao Greenpeace vestidos de tatu-bola e ir para frente dos estádios com cartazes: "SAVE FULECO, O TATU-BOLA DO BRASIL".
Brincadeiras à parte, que vergonha pros dois lados não conseguirem entrar num acordo. O Brasil está de olho em vocês Fifas e Ongs que não conseguem resolver coisas importantes diplomáticas.

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